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A Força da Eucaristia

A maior dádiva de Deus oferecida à humanidade foi Ele ter envido seu Filho amado ao mundo como sinal do seu amor e da sua bênção. Este Filho amado revela que o verdadeiro sentido da sua missão nasce do desejo de Pai: “Pois Deus não enviou o seu Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele” (Jo 3,17). “Sim, esta é a vontade de meu Pai: quem vê o Filho e nele crê tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6,40). “Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, também aquele que de mim se alimenta viverá por mim” (Jo 6,57).

Hoje nós olhamos para o passado e perguntamos o por quê dos atos de Jesus, da sua maneira de viver, do seu jeito de pensar e do seu modo agir que cativavam e atraiam as pessoas e eram causa de descontentamento para muitos. A prática de Jesus responde os seus atos: “Meu alimento é fazer a vontade daquele me enviou e consumar a sua obra” (Jo 4,34). A sua fidelidade ao projeto do Pai revela que Ele “nunca está no mesmo nível que os homens. Ele vive sempre ao lado de Deus, em comunhão com o Pai, e vem a nós como enviado, trazendo-nos o dom do amor e da vida que o Pai oferece” (A Vida Nova - Fé, Esperança e Caridade - Manuel Díaz Mateos, p. 198, Ed. Vozes).
Contemplando e interiorizando o semblante de Jesus, compreendemos que a sua prática não acontece à margem da história, mas irrompe na vida real e concreta do seu tempo. Nele está presente o amor do Pai e a unção do Espírito, que fazem Dele uma alegre e boa notícia para os pobres e marginalizados (Lc 4,18-20), lugar de encontro entre Deus e o homem e sinal de salvação para a humanidade.

Jesus passou pela terra fazendo o bem e curando a todos (At 2,22; 10,38); mas, antes de partir deste mundo e ter a sua sagrada humanidade glorificada pelo Pai, celebrou com os doze apóstolos a última ceia, uma ceia especial. Foi a instituição do Sacramento da Eucaristia que revelou a sua fidelidade e entrega total ao projeto do Pai, para que pudéssemos ter a Sua presença entre nós: “este pão é meu corpo e este vinho é meu sangue entregues por vocês e por toda humanidade. Façam isto em minha memória” (Lc 22,14-20).

Jesus não celebrou a última ceia, que tanto desejou, sozinho, mas ao redor da mesa com os apóstolos, como sinal da profundidade do amor que cria proximidade, comunhão e fraternidade entre os seus. Nós que participamos da Eucaristia recebemos o alimento sagrado para fortalecer a nossa fé e a nossa esperança para vivermos intimamente ligados a Jesus Cristo e para promovermos a vida de comunhão e de fraternidade que Nele o Pai idealizou na força e na delicadeza do Espírito Santo.

A nossa comunidade paroquial vive o seu dia-a-dia revestida pela força do amor, da oração, da leveza, da paz e da generosidade, pois ela foi consagrada ao Santíssimo Sacramento, cujo nome, sublime e excelso transcende qualquer adjetivo. Desta forma, elevemos ao Senhor todos os nossos louvores sabendo que: “todos os dias nos prepara Deus a sua festa, a ceia divina. Mas hoje, no dia do Corpo de Deus, nós é que devíamos de certo modo preparar uma festa para Deus, em efusivo agradecimento por Ele nos chamar todos os dias ao seu banquete festivo, fonte de força e alegria, a fim de que nós peregrinos dos caminhos do tempo, alcancemos um dia o banquete da vida eterna” (Graça Divina Em Abismos Humanos - Karl Rahner p. 98 - Ed. Herder)

Despeço-me de você na certeza de que a força da Eucaristia é o nosso alimento sagrado que nos impele a construir um mundo novo edificado no amor e na justiça.

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